quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

EU INDICO: O Filme "O Dia em que a Terra Parou"

O Dia em que a Terra Parou gravado em 2008 e lançado no início deste ano aqui no Brasil é uma regravação de 1951 baseada no conto de Harry Bates.

Claro que há algumas diferenças com o original de 1951, o que na minha opinião não afetou a estrutura do filme. Ao contrário do que se possa imaginar, O Dia em que a Terra Parou nos faz pensar sobre o mal que fazemos insistentemente ao planeta Terra e é por causa disso que Klaatu (Keanu Reeves) vem ao planeta: coletar amostras de todos os seres vivos existente (um tipo Arca de Noé high tech) e destruir os causadores da destruição da Terra: nós.

Um dos pontos que achei interessante neste filme, entre outras coisas, foi a frase: "À beira do precipício as pessoas mudam." Este foi o raciocínio utilizado pela personagem de Jennifer Connelly, Helen Benson, a fim de convencer Klaatu a não destruir os seres-humanos.

De fato, o ser-humano quando ameaçado altera seu modo de viver, de pensar, de agir... enfim... O Holocausto alterou os judeus, os alemães, o mundo. O atentado de 11 de setembro nos Estados Unidos alterou, em alguma coisa, os americanos e, de determinada forma o mundo. As epidemias como Aids, Ebola, o H1N1...

O ser humano quando sente na pele sua fragilidade sendo ameaçado por qualquer coisa que seja, ele percebe que é possível alterar seu estilo de vida, seu modo de pensar e de agir, enfim... é possível ir por um outro caminho.

Há algum tempo atrás falar sobre os cuidados que se deveria ter com o meio ambiente era conversa fiada, hoje, a cada dia que passa, o tema tem ganhado reforço e atenção, uma vez que todos começam a sentir na pele os resultados destas alterações: El Niño, o Katrina, o Tsunami, os incêndios cada vez mais frequentes e devastadores por causa do clima quente e seco.

Sem dúvida o filme nos convida a uma reflexão, mas como sempre, poucos gostam de pensar em seus próprios erros.

Fica aí minha indicação.

Abraços

Riva Moutinho



1 comentários:

  1. Gostei muito do filme, tinha assistido o original qdo criança.
    Me fez pensar sobre cobiça e o uso irracional da criação e de como quando a esperança na tecnologia e no próprio homem falha e ele sente sua pele a perigo as ações podem mudar.
    Gostei da mensagem de esperança do filme.

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