terça-feira, 6 de outubro de 2009

ECOS DA DESORDEM


Veja o que a sua natureza reservou para você.
Contente-se com o olhar no outro
É mais fácil pensar em mudar o próximo
Do que aquele que aparece no espelho do banheiro.

Até quando vai se acovardar atrás da máscara que carrega?
Até quando vãs justificativas satisfarão seu ego entorpecido?
Olhe para tudo à sua volta e veja o caos,
Mas não se esqueça que o início dele começa dentro de você.

O seu silêncio, o seu cinismo, suas mentiras.
O esgoto que corre dentro de você
Enquanto você tenta escondê-lo,
Enquanto você tenta encarnar aquilo que você não é.

Sinta o caos que você estabelece
Olhe todos à sua volta e veja o que produz.
Ao menos uma vez, conte a verdade a si mesmo.
Ao menos uma vez não se engane.

E entre tudo o que você é; eis os ecos.
Para o mundo melhorar você teria que mudar.
Agora parece que tudo ficou mais difícil, não?
Já acreditava nisto antes de escrever até aqui.

Então o que se vê são ecos...
Ecos da desordem minha e sua.
Talvez você entenda esta lição
Ou simplesmente a ignore.

Mas verdade seja dita.


Riva Moutinho 02/02/2009

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