terça-feira, 10 de julho de 2007

MEDITAÇÃO


Se fôssemos falar de amor, que palavra viria a sua mente?

Há rosas solitárias esperando alguém para entregá-las.

Há palavras perdidas ao vento esperando alguém para pronunciá-las.

Há pessoas tristes, sozinhas, esperando alguém aparecer.



Se fôssemos falar de sinceridade, que palavra viria a sua mente?

Tantos casais divididos, procurando justificativas baratas para se explicarem.

Tantos planos amontoados no lixo, sem nenhuma causa aplausível.

Tantas lágrimas roladas sem nenhuma palavra satisfatória.



Se fôssemos falar em alegria, que palavra viria a sua mente?

Procuramos grandes coisas, esquecendo das pequenas

E nem sempre encontramos o que queremos.

Vários caminhos a seguir e poucos a acertar.



Se fôssemos falar em vida, que palavra viria a sua mente?

Cada qual escolhe o que seguir, como seguir,

Cada um sofre suas próprias conseqüências,

Nem sempre vivemos a vontade de Deus na nossa vida.



Se fôssemos falar em Deus, que palavra viria a sua mente?

Não é religião, não é escultura, não é miragem.

Se a crença é fiel, as promessas se realizam

Mas nem todos têm esta visão.



Todos têm suas próprias explicações para seus atos.

Todos têm seus próprios ideais.

Mas nada nos impede de consultar sempre a Deus

Quando tivermos que tomar alguma decisão.

Nada é tão correto quanto Deus.


10/07/2000

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