sábado, 23 de julho de 2011

Os bons morrem antes...

Por aqui, o último poeta do rock brasileiro cantou: "Os bons morrem antes..." e quando a gente olha pra trás o que não nos faltam são exemplos que confirmam esta reflexão do Renato. Inclusive, o próprio Manfredini se despediu cedo demais.

Nunca fui um ouvinte de Amy, mas como alguém que gosta de boa música, acompanhei um pouco de sua carreira e, nos últimos tempos, estava latente que essa história não terminaria bem. Acredito que ninguém saberá ao certo o que a levou a um desequilíbrio tão profundo, mas todos saberemos informar e indicar quantos levantaram suas críticas contra a mulher Amy em decorrência dessa sua fragilidade.

E infelizmente assim é a vida.

Os gênios, aqueles que revolucionam o mundo para o bem, saem de cena mais cedo e o legado que eles deixam são percebidos postumamente. A partir daí a sociedade, hipocritamente, os elevam a condição de mitos ou lendas, de raridades, de preciosidades. Mas o fato verdadeiro é que todos estes magos nasceram à frente do seu tempo, sejam eles gênios na música, na arte, na ciência, na tecnologia ou em qualquer outra área.

A partir daí fica fácil concluir que todos estes foram vistos como os anormais pela sociedade de sua época, mas a interrupção de suas genialidades permitiram aos normais refletirem sobre suas obras, suas falas, atitudes... e o legado deixado transformou-se no bem mais precioso, as melhores fontes de conhecimento e de reflexão.

No final, a grande verdade é que só damos valor, de fato, a alguém, quando esse alguém se vai.

Riva Moutinho





Confira o clip da música Rehab - o maior sucesso de Amy Winehouse

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